Assine o Feed desse BlogBy Daniele Faedda Pusceddu Uma época paradoxal vivenciamos, época da páscoa do Senhor! Paradoxal, pois é um tempo de dor e alegria. Sei que para maioria das pessoas o sentido da dor nunca deve ser estimado, afinal, fugimos de tudo aquilo que não nos é prazeroso, e nos esquecemos de que dor e perdas fazem parte da humanidade e, em especial, de nosso crescimento pessoal... Alguns, entretanto, diriam: “ah, mas cercado de amigos!”..... A dor e a agonia não são indiferentes aqui.
Ricardo GondimAmor é substantivo. Amar é verbo. Substantivos abstratos são o que a própria definição aponta: inconsistentes, vagos, voláteis. Amor é sentimento ansioso por vertebrar-se. Verbos são todos concretos. O amor, se não virar ação, permanece verbete, fria definição de algum dicionário. Talvez palavra frívola dos folhetins baratos. Amor, para ser verdadeiro, precisa desdobrar-se em compromisso – e adquirir tato. Emoções efêmeras não sobrevivem à tritura da repetição.
By Sostenes Lima O Barcelona se classificou merecidamente para quinta semifinal consecutiva da Liga dos Campeões da Europa. O time vem apresentando exibições vibrantes e jogando com beleza e plasticidade. Já é praticamente consenso, entre os que realmente apreciam arte, que esse time não apenas joga futebol; faz esculturas com a bola, faz pinturas com a armação tática e faz poesia em cada partida. Há um casamento perfeito entre esporte e elegância, entre arte e maestria. Mas é difícil...
Die religion...Sie ist das opium des volkes "O sofrimento religioso é, a um único e mesmo tempo, a expressão do sofrimento real e um protesto contra o sofrimento real. A religião é o suspiro da criatura oprimida, o coração de um mundo sem coração e a alma de condições desalmadas. É o ópio do povo." Karl Marx.
Via: Ensaios & Prosas Por Levi B. Santos “Quem vê o Filho vê o Pai” ? quantas vezes ouvi essa frase! Tu eras forte, e eu brincando, te imitava em tudo. A nossa intimidade era tanta, A ponto de na tua poltrona bela e aconchegante Sentir-me como uma extensão de ti. De uma lúgubre noite, lembro-me bem, Em que choraminguei bastante Quando me disseste, que a dureza da vida, teria de enfrentar Sozinho, cambaleando sem o auxílio de tuas mãos. Hoje, precisava estar tão perto de ti.
Ricardo Gondim Sequioso por descrever seu desprezo pela falsa humildade, Friedrich Nietzsche alvejou: “Certos pavões escondem de todos os olhos sua cauda, chamando isso de orgulho”. De fato, nada mais delicado do que tentar escrever uma linha sequer sobre o humilde. Uma piada antiga fala do empavonado que publicou livro com o título: “Humildade, como eu a alcancei”. Um jornalista o abordou: “O senhor não se sente lisonjeado de saber que multidões sempre se reúnem para ouvi-lo?”.
Dizem alguns: Deus não é mãe. Mãe é Maria. Pois se Deus fosse mãe não daria Seu filho pra morrer por ninguém! Jesus, Deus encarnado Morreu na cruz crucificado Tendo aos pés a mãe Maria Que por ele morreria Mesmo tão necessitada. Da cruz Jesus a mirava Com olhos de salvador Do chão ela sofria Pelo filho do seu amor.
Comparo a vida à experiência de um claustrófobo preso solitariamente numa caverna escura. Do ponto de vista existencial, raramente experimentamos a vida a partir de um ambiente amistoso, favorável, extraordinariamente iluminado e livre. Nosso drama se desenvolve num habitat incrivelmente hostil. O mundo em que vivemos, tanto natural quanto social, não está para brincadeira. Além disso, encaramos a vida sozinhos. Não há ninguém além de mim que experimente a vida tal como experimento.
Ricardo Gondim Depois de reler os meus últimos textos, aquiesço: tenho sido repetitivo. Volto ao mesmo passado e reitero as mesmas contrições. Recorro a remorsos sovados: não saber separar o urgente do importante; calar quando o silêncio era vantajoso; confundir ingenuidade com ímpeto. Talvez eu precise dessa recorrência para purgar o coração. Não sei. Olho para trás e vejo como a minha reflexão, rica em carisma, era pobre de conteúdo. Abdiquei de pensar por mim para empolgar auditórios.
Matéria da TV Assembleia (ALEMG), de 10/12/2010, sobre o casamento de Alexandre Bahia com Daniel Moraes no Consulado de Portugal em Belo Horizonte ocorrido em 29/11/2010. "Primeiro Casamento Homoafetivo em Minas Gerais" - TV Assembleia de MG.
Por Guto Angélico Nem tudo são flores, mas flores são tão lindas, delicadas e necessitam tanto de atenção. E assim começo este texto: Delicados, frágeis, românticos e temperamentais, essas são as características das personagens de hoje. De acordo com a visão midiática são os histéricos, engraçados, são os cabeleireiros, estilistas de novelas. São a tropa de choque da visibilidade gay. E ele tem razão, são eles que sofrem as agressões, que são apontados por serem diferentes.
Indignação, perplexidade, incredulidade até. Foi assim que recebi a notícia de que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) inocentou um sujeito que manteve relações sexuais com três meninas, com idade de doze anos cada uma. A legislação brasileira considera criminosa qualquer relação sexual com pessoa com menos de quatorze anos, mesmo assim a corte absolveu o homem que praticou os estupros. Conforme notícia do site do próprio STJ (www.stj.jus.br, acessado dia 30.03. Meu Deus, são vítimas.
Quem foi que disse que mentir é pecado ? Que o diabo é o pai da mentira ? Quem foi que disse que quem mente desagrada a Deus? Quem, quem ? A convivência com aqueles que nunca mentem (se é que existe isso) deve ser algo insuportável. Deus ama e se alegra com a mentira também! Não fique perplexo, é verdade: Deus se alegra com a mentira! Não com qualquer mentira, mas com aquelas boas mentiras. Cazuza já cantava: “... Mentir é humano e uma necessidade social.........
Alex pina é um amigo que conheci a pouco, mas percebendo o seu interesse por religião e seu alto intelecto, assim como os demais que compões a equipe do Mundo da Anja, não hesitei em convida-lo, pois ten ho certeza que irá acrescentar muito ao nosso mundo. Alex, Seja bem vindo ao Mundo da Anja. Já fui católico, espírita, agnóstico e atualmente me considero ateu materialista. Além de Popper, os filósofos que mais me interessam são Aristóteles, Kant, Hume, Hobbes e Nietzsche.
By Ricardo Gondim (link do site) Os anos me revestiram de uma impenitente obstinação. Persisto. Não me intimido no pavor de ser jogado na direção do imponderável. A experiência de lidar, constantemente, com alegrias e decepções, tristezas e triunfos me deixou com uma estranha sensação: nada pode espantar-me. Paradoxalmente, insisto na teimosia e abandono o desafio de mover montanhas. Por anos, esqueci de contar os meus dias. Desperdicei tempo. Perdi-me no ativismo. Desenraizei-me.